quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Se não for por amor


O namorado não aceita o término do namoro, mantém por vários dias a ex-namorada e sua amiga reféns e, finalmente, a mata com um tiro na cabeça e fere a outra. O ex-marido entra no shopping, mata a ex-mulher com um tiro e depois se suicida, deixando dois filhos órfãos. Estes dois casos estiveram recentemente no noticiário nacional e levantam uma questão de natureza moral: o que leva uma pessoa a causar morte ou sofrimento a outras, só para suprir seus desejos mesquinhos?

Em ambos os casos, a razão alegada de tais motivações foi o amor. Eles amavam tanto que não suportariam viver sem a pessoa amada. Nada mais incongruente. Com efeito, esses tipos de atitudes estão para o amor assim como o óleo está para a água: não se misturam.

Na verdade, essa é a “loucura” de todo e qualquer criminoso. Não é o amor que impulsiona a matar, a seqüestrar, é a cobiça gerada nas entranhas de uma pessoa egoísta. O filósofo cristão Francis Scheaffer disse: “A cobiça no íntimo – que equivale à falta de amor ao próximo – logo tende a manifestar-se no mundo externo. Não pode ficar guardada no ser interior de modo completo. Isto ocorre em diversos graus. Quando sinto uma tristeza pecaminosa pelo fato de outros possuírem o que não possuo, e dou asas a que essa tristeza cresça, rapidamente me fará querer mal as próprias pessoas envolvidas”.

A sociedade, abalada com tanta maldade, sente que precisa discutir melhor seu sistema de valores. Só educação não basta. O aparente colapso de nosso sistema de valores tem deixado milhões de pessoas com o sentimento de estarem em mar revolto, sem bússola e sem leme, num pequeno barco à deriva.

Quando é banido o sistema cristão focado em um Deus amoroso único e pessoal que busca se relacionar conosco, é também lançado fora o amor que deveria azeitar as nossas relações sociais. Desse modo, o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos se transforma em mera retórica religiosa.

Creio que isso faz com que não poucas pessoas tenham uma idéia equivocada a respeito do amor. Alguns pensam que a prática do amor leva-nos a ficar mais próximos de Deus. Acredito, ao contrário, que achegarmos mais a Deus é que nos faz praticar mais o amor. Isto porque Deus é amor e todo amor emana Dele. Não se pode amar sem Ele, assim como não se pode viver sem respirar. Como as pessoas estão cada vez mais distantes de Deus, isso ajuda a responder por que temos tão pouco amor no mundo.

Outros pensam que a capacidade de amar é natural em nós como algo que produzimos por força interior própria. Contudo, é Deus que nos capacita a amar. Por causa de seu amor infinito Ele não nos abandonou, mas a cada dia derrama fartamente a sua bendita graça sobre nós e nos possibilita entender que sem amor a vida fica sem um sentido claro.

Acredito piamente que precisamos buscar mais a Deus para ter mais amor. Isso fica evidente nas seguintes palavras do apóstolo Paulo:

“Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas dos seus lugares, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.”

“Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência” (1 Co 13).

É bom lembrar: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 Jo 4.8).

O namorado não aceita o término do namoro, mantém por vários dias a ex-namorada e sua amiga reféns e, finalmente, a mata com um tiro na cabeça e fere a outra. O ex-marido entra no shopping, mata a ex-mulher com um tiro e depois se suicida, deixando dois filhos órfãos. Estes dois casos estiveram recentemente no noticiário nacional e levantam uma questão de natureza moral: o que leva uma pessoa a causar morte ou sofrimento a outras, só para suprir seus desejos mesquinhos?

Em ambos os casos, a razão alegada de tais motivações foi o amor. Eles amavam tanto que não suportariam viver sem a pessoa amada. Nada mais incongruente. Com efeito, esses tipos de atitudes estão para o amor assim como o óleo está para a água: não se misturam.

Na verdade, essa é a “loucura” de todo e qualquer criminoso. Não é o amor que impulsiona a matar, a seqüestrar, é a cobiça gerada nas entranhas de uma pessoa egoísta. O filósofo cristão Francis Scheaffer disse: “A cobiça no íntimo – que equivale à falta de amor ao próximo – logo tende a manifestar-se no mundo externo. Não pode ficar guardada no ser interior de modo completo. Isto ocorre em diversos graus. Quando sinto uma tristeza pecaminosa pelo fato de outros possuírem o que não possuo, e dou asas a que essa tristeza cresça, rapidamente me fará querer mal as próprias pessoas envolvidas”.

A sociedade, abalada com tanta maldade, sente que precisa discutir melhor seu sistema de valores. Só educação não basta. O aparente colapso de nosso sistema de valores tem deixado milhões de pessoas com o sentimento de estarem em mar revolto, sem bússola e sem leme, num pequeno barco à deriva.

Quando é banido o sistema cristão focado em um Deus amoroso único e pessoal que busca se relacionar conosco, é também lançado fora o amor que deveria azeitar as nossas relações sociais. Desse modo, o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos se transforma em mera retórica religiosa.

Creio que isso faz com que não poucas pessoas tenham uma idéia equivocada a respeito do amor. Alguns pensam que a prática do amor leva-nos a ficar mais próximos de Deus. Acredito, ao contrário, que achegarmos mais a Deus é que nos faz praticar mais o amor. Isto porque Deus é amor e todo amor emana Dele. Não se pode amar sem Ele, assim como não se pode viver sem respirar. Como as pessoas estão cada vez mais distantes de Deus, isso ajuda a responder por que temos tão pouco amor no mundo.

Outros pensam que a capacidade de amar é natural em nós como algo que produzimos por força interior própria. Contudo, é Deus que nos capacita a amar. Por causa de seu amor infinito Ele não nos abandonou, mas a cada dia derrama fartamente a sua bendita graça sobre nós e nos possibilita entender que sem amor a vida fica sem um sentido claro.

Acredito piamente que precisamos buscar mais a Deus para ter mais amor. Isso fica evidente nas seguintes palavras do apóstolo Paulo:

“Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas dos seus lugares, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.”

“Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência” (1 Co 13).

É bom lembrar: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 Jo 4.8).


O Pr. Samuel Câmara é graduado em teologia pelo Instituto Bíblico das Assembléias de Deus em Pindamonhangaba (SP); licenciado em Filosofia e Pedagogia; bacharel em Direito. Casado com Rebekah Joyce, tem tres filhos: Philipe Joao, André Samuel e Teresa Rachel. (É pastor-presidente da Assembléia de Deus em Belém (PA); pastor de honra da Convençao Estadual da Assembléia de Deus no Amazonas; presidente rede de comunicaçao Boas Novas televisao, rádio, satélite); presidente do ICI - Instituto Cristao Internacional. Desde dezembro de 2000, escreve todos os sábados uma coluna no Jornal O Liberal, de Belém (PA), cujos artigos sao reproduzidos em vários outros periódicos no país e em muitos sites na internet. Seus escritos contem análises de vários temas atuais do cotidiano da sociedade sob a ótica do pensamento bíblico e cristao. É autor dos livros: "Administraçao Eclesiástica" (esgotado) e "Bíblia e Jornal".

SE NĂO FOR POR AMOR...


O namorado não aceita o término do namoro, mantém por vários dias a ex-namorada e sua amiga reféns e, finalmente, a mata com um tiro na cabeça e fere a outra. O ex-marido entra no shopping, mata a ex-mulher com um tiro e depois se suicida, deixando dois filhos órfãos. Estes dois casos estiveram recentemente no noticiário nacional e levantam uma questão de natureza moral: o que leva uma pessoa a causar morte ou sofrimento a outras, só para suprir seus desejos mesquinhos?

Em ambos os casos, a razão alegada de tais motivações foi o amor. Eles amavam tanto que não suportariam viver sem a pessoa amada. Nada mais incongruente. Com efeito, esses tipos de atitudes estão para o amor assim como o óleo está para a água: não se misturam.

Na verdade, essa é a “loucura” de todo e qualquer criminoso. Não é o amor que impulsiona a matar, a seqüestrar, é a cobiça gerada nas entranhas de uma pessoa egoísta. O filósofo cristão Francis Scheaffer disse: “A cobiça no íntimo – que equivale à falta de amor ao próximo – logo tende a manifestar-se no mundo externo. Não pode ficar guardada no ser interior de modo completo. Isto ocorre em diversos graus. Quando sinto uma tristeza pecaminosa pelo fato de outros possuírem o que não possuo, e dou asas a que essa tristeza cresça, rapidamente me fará querer mal as próprias pessoas envolvidas”.

A sociedade, abalada com tanta maldade, sente que precisa discutir melhor seu sistema de valores. Só educação não basta. O aparente colapso de nosso sistema de valores tem deixado milhões de pessoas com o sentimento de estarem em mar revolto, sem bússola e sem leme, num pequeno barco à deriva.

Quando é banido o sistema cristão focado em um Deus amoroso único e pessoal que busca se relacionar conosco, é também lançado fora o amor que deveria azeitar as nossas relações sociais. Desse modo, o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos se transforma em mera retórica religiosa.

Creio que isso faz com que não poucas pessoas tenham uma idéia equivocada a respeito do amor. Alguns pensam que a prática do amor leva-nos a ficar mais próximos de Deus. Acredito, ao contrário, que achegarmos mais a Deus é que nos faz praticar mais o amor. Isto porque Deus é amor e todo amor emana Dele. Não se pode amar sem Ele, assim como não se pode viver sem respirar. Como as pessoas estão cada vez mais distantes de Deus, isso ajuda a responder por que temos tão pouco amor no mundo.

Outros pensam que a capacidade de amar é natural em nós como algo que produzimos por força interior própria. Contudo, é Deus que nos capacita a amar. Por causa de seu amor infinito Ele não nos abandonou, mas a cada dia derrama fartamente a sua bendita graça sobre nós e nos possibilita entender que sem amor a vida fica sem um sentido claro.

Acredito piamente que precisamos buscar mais a Deus para ter mais amor. Isso fica evidente nas seguintes palavras do apóstolo Paulo:

“Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas dos seus lugares, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.”

“Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência” (1 Co 13).

É bom lembrar: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 Jo 4.8).


Pr. Samuel Câmara

Versículo

" Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido. "
Jó - 42: 2

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Eu e minha casa servimos a Deus





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Desde a fundação deste impresso, surgiram muitas batalhas, no entanto a certeza de que os sonhos de Deus nunca morrem fez com que as muralhas colocadas pelo inimigo sempre viessem ao chão e agora pudessemos comemorar o primeiro aniversário do nosso TROMBETA DE FÉ e seu novo projeto gráfico. Amados, o que surgiu de uma um limitado número de xeroxs para evangelismo na I.E.Q. Pedreira 5, atualmernte coloca milhares de exemplares nas ruas para que cada vez mais vidas sejam impactadas pelo Altíssimo. E ainda possuímos nosso espaço na internet. Nada seria possível sem muita oração e merecimento da Glória do Pai com vida separada. E no meu caso que conheço a Deus há poucos anos, a chama do Primeiro Amor está mais do que acesa e como um vaso transborda e atinge todos a minha volta, operando o milagre de ser , não apenas marido e pai como também o pastor de minha família, o que achava impossível, mas para Deus nada é impossível. O que eu quero dizer com isso? não importam as dificuldades, a dedicação a Obra de Deus simultâneo a família gera benção. Ou seja, enquanto celebro o primeiro ano do TROMBETA DE FÉ na certeza de que seremos o maior impresso cristão do Pará, sou mais do que vencedor por ser capacitado pelo Pai e dizer: Eu e minha casa servimos a Deus.
Toni é o varão da família Gonçalves. Casado com Érica e pai de Amanda e Fernada Gonçalves

Eu vou morar no céu






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Quando Deus criou o mundo Ele criou o homem à sua imagem e semelhança para adorá-Lo e amá-Lo. Porém o diabo entrou no mundo para semear dúvida no ser humano com o intuito de destruí-lo. Foi isto que ele fez com Eva e Adão, induzindo-os a desobedecer a Deus e serem expulsos do paraíso. Neste momento, o ser humano passou a viver sob o domínio do diabo. E Deus não pode forçar o homem a adorá-lo novamente, porque Deus deu a livre escolha ao homem e portanto, Ele é justo até neste momento. Por causa deste domínio que o mundo passa por todas tantas desgraças. Mas Deus não desistiu da humanidade: enviou Jesus, para resgatar do domínio do diabo àqueles que o aceitarem e os transportarem para a luz. Está em Colossenses 1:13: "e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado;". Este versículo define dois aspectos de quem é Jesus: 1) É nosso Salvador, o verdadeiro Messias, porque tem o poder de nos tirar do poder do diabo e nos transportar de volta ao Reino de Deus; 2) É nosso Senhor, porque o próprio versículo o define como rei "reino do seu Filho amado". O apóstolo João explica muito bem que o diabo é o que nos acusa, que nos faz cometer erros, pecados. E também explica qual o objetivo de Jesus sido enviado por Deus: 1 João 3:8 "quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo." Jesus é a Palavra de Deus (João 1) que foi feito carne e osso e habitou entre nós, é Deus na Terra (2 Pedro 1:1). Deus enviou o seu próprio filho para que todo aquele que NEle creia, não pereça mas tenha vida eterna, conforme João 3:16Existe um ditado popular que diz: "Também sou filho de Deus.". Isto não é verdade. Somos todos criaturas de Deus. Somente seremos filhos de Deus se aceitarmos a Jesus como nosso Senhor e Salvador. Portanto, o o que você está esperando? Busque a presnça do Pai, na certeza de que vai morar com Ele na Glória.

Fofoqueiro e criador de contenda na igreja precisa nascer de novo





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Não permita que o diabo lhe use para afastá-lo de Deus, faça de sua língua uma abençoadora
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O sentimento maior que deve existir em nossa vida é o amor a Deus (“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Mt 22.37).Quando o amamos levamos uma vida de santidade, os frutos produzidos são dignos de honra e capaz de revelar ao próximo a comunhão que possuímos com o Eterno. De suas bocas procedem as palavras que edificam e abençoam; mas lamentável enxergarmos dentro de muitas igrejas, que o amor já se apagou por completo em alguns corações levados por toda sorte de desejos produzidos pela carne. Tornaram-se frios e desprovidos de misericórdia, duros como a pedra.
Com as palavras tocam no próximo promovendo a desarmonia. É o velho homem que renasce com muita força, repleto de antigos sentimentos que são comuns aos filhos das trevas. As conseqüências são as brechas abertas nos “muros” que protegem o povo de Deus, possibilitando a ação do inimigo. Devemos fazer uma profunda reflexão sobre como temos usado a língua, a usamos para bem ou para o mal?  Se o uso não é bênção, necessitamos rever o nosso proceder e nos empenharmos num processo de mudança, com o fim de moldar nosso agir, tomando a forma do Senhor Jesus e imitando-o. A santidade deve envolver todo o ser, inclusive o falar. Quão lamentável, mas este mal está dentro das igrejas, numa freqüência muito maior do que imaginamos. É o “disse que me disse”, que tem levados muitos a servirem aos desejos maléficos, instrumentos do diabo. Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.”
Povo de Deus, é tempo de estarem vivendo em Espírito. Não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrem, procure a pessoa, numa conversa ungida e resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Eterno. E pior, um aviso aos pregadores do evangelho: jamais use pregação para “chicotear” alguém com a desculpa de que está sendo usado pelo Espírito. Pupito não é divã!
2Tm 3.1-3  “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, desafeiçoados... caluniadores...”O povo de Deus é realmente amoroso, pacífico e se cria contenda ou “não leva desaforo pra casa” precisa nascer de novo. Tt 3. 2  “Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”. Amém

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Demônios cortando suas finhanças


O que deixou o gafanhoto cortador comeu-o o gafanhoto migrador; e o que deixou o gafanhoto migrador comeu-o o gafanhoto devorador; e o que deixou o gafanhoto devorador comeu-o o gafanhoto destruidor. Na tradução original da Bíblia, o Profeta Joel trata de quatro tipos de gafanhotos em outras traduções fala da Locusta do gafanhoto, do Pulgão, do Lagarta. Mas, queremos basear toda esta apostila na revelação dada pela tradução original. Estes gafanhotos: cortador, migrador, devorador e destruidor, agem na agricultura, com um poder de extermínio muito grande a cada tipo de gafanhoto tem mais força que o outro. O profeta Joel disse que: os dentes desses gafanhotos são como dentes de leões, numerosos e poderosos seus queixos são fortes como de leões, que não se cansam de trabalhar, destruindo dia e noite. Agem com estratégia de guerra, correm como soldados valentes, não se desviam de seus propósitos de destruição, espalham medo e terror aos agricultores cada bando de gafanhotos percorre o seu caminho e não se desvia da sua fileira de combate. “Fez da minha vide uma assolação, destroçou a minha figueira, tirou-lhe a casca, que lançou por terra; os Sarmentos se fizeram brancos”. O Profeta Joel fala de maneira clara, sobre a ação dos gafanhotos na videira. O cortador, vem assolando a videira, ou seja, comendo-lhe as folhas, já o gafanhoto migrador vem destroçando a videira quebrando-lhe os galhos. O gafanhoto devorador já age com poder e a força de produção, ela se torna estéril. E finalmente vem o gafanhoto. Destruidor, e lança a videira por terra, matando-a. Estes gafanhotos agem deixando como resultado vergonha e dor, lamento e pranto, luto e morte, deixam a terra assolada, o cereal destruído, a videira seca, os olivais murcham e semeiam tristeza entre os homens. Os agricultores que após a colheita tinham alegria de oferecer no altar de Deus uma oferta de gratidão, já não podiam fazê-lo, e por conseqüência, os ministros ficaram impedidos de fazer a obra de Deus. A semente mirrou debaixo dos seus torrões, os celeiros foram assolados, os armazéns derribados, porque não havia mantimentos a serem guardados. O gado gemia de fome e de sede porque não havia pastos, as árvores morrendo, fez com que os rios se secassem “Antes desses gafanhotos chegarem, o Profeta Joel diz que a terra diante deles era como o Jardim do Éden, tudo verde e bonito, mas quando eles passam transformam a terra, “O Jardim do Éden” num deserto e nada lhe escapa”. “Cada tipo de gafanhoto representa uma legião de demônios que age na vida do homem, em seu patrimônio, em suas riquezas, bens e salários”. São Legião de Demônios “cortador”, “migrador”, “devorador’’ e “destruidor”.